Diario do Seu Joao

Um lugar pra divagar sobre qualquer coisa.

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Arquivo de: Maio 2007

22.05.07

Você já perguntou Por Que? Continuação


Favor não ler este texto antes do anterior!!!

          - Eu sei como é isso meu neto! Meu finado marido também adorava cabeça de peixe! Mas sei exatamente de onde minha filha tirou essa idéia. Quando ela era pequena e morava aqui, a gente era muito pobre, não tinha muitas coisas, a única forma que eu tinha em casa, era muito pequena, então para fazer o peixe, eu sempre cortava a cabeça e o rabo, assim cabia direitinho. E guardava a cabeça para fazer para meu marido mais tarde, deixando meus filhos com a parte melhor.
          - Desculpa, mas a senhora nunca explicou isso para sua filha?
          - Ela nunca perguntou! Se tivesse perguntado pra mim se podia assar peixe com cabeça, eu diria que sim, mas como nunca perguntou, acho que ela apenas copiou o que eu fazia!.
          Depois de uma tarde de conversas e de finalmente ter comido um peixe completo, com cabeça e tudo, preparado pela Avó de sua esposa, que aproveitou para ensiná-la como fazer o peixe, voltou pra casa contente com o problema resolvido.
          Fechando o parêntese, de forma exagerada é claro, essa pequena parábola mostra como costumamos nos apegar a tradições sem entendê-las, sem questioná-las, sem saber se quer se fazem algum sentido. Apenas tem que ser feito, porque é assim que se faz e pronto, sempre foi assim e deve continuar assim.
          Por isso um Corintiano deve odiar um Palmeirense (e vice-versa), não sabe o porquê, mas tem que odiar. Os meninos da rua de baixo tem que brigar com os da rua de cima. A escola X tem que ser contra a escola Y. E muitos outros exemplos que existem, basta observar quantas coisas fazemos sem saber o porquê, que poderiam ser feitas de maneira diferente, melhores, mas não mudamos as tradições.
          Pode ser que tenha, e acho que até tem, um motivo no passado que justificou a atitude, mas hoje, nem sabemos que motivo é esse, nem se ele é valido, ainda assim continuamos fazendo coisas que podem ser até prejudiciais, como no artigo que li: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1633085-EI294,00.html , pessoas que dão mais valor a tradições do que a vida humana? Alguma coisa não está certa.
          Essa tradição do dote é só uma entre milhares que existem, que são impostas sem lógica, sem explicação, apenas porque é assim que tem que ser, é assim que é certo, sempre foi assim então tem que estar certo. Esse comportamento, como demonstrei, parece ser mesmo um padrão no ser humano, se apegar a dogmas, tradições, costumes, sem questionar, sem validar, apenas seguir,
          O que me deixa cabreiro mesmo, é o motivo por que fazemos isso? Porque é mais fácil seguir algo que é claro que é prejudicial, ao invés de questionar?
          Medo de ser diferente? Medo de estar errado? Vontade de fazer parte de algo maior? Preguiça para questionar? Medo de ser castigado? Todas as alternativas acima batidas no liquidificador e puxado no molho de manteiga? Não sei, mas sei que menos pessoas sofreriam, menos guerras existiriam, se antes de tomar qualquer decisão, a gente parasse e perguntasse “Por que?”, e fosse proibido responder, “Porque tem que ser”, “Porque é assim” e coisas parecidas.
          Curiosamente, é na religião que é pregado “A verdade libertará”, mas infelizmente, o povo não está interessado na verdade, ninguém busca a verdade, apenas querem estar do lado vencedor, apenas querem seguir sem questionar, ficar do lado seguro e tranqüilo das tradições e esquecer a turbulência do questionamento e das novas descobertas.
          E assim caminha a humanidade.
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  • Postado em 11:15:51

Você já perguntou Por Que?

          Eu costumo sempre dizer, que a humanidade não deixa de me surpreender, é certo que existe uma infinidade de culturas neste mundo, que apesar de sermos fisicamente quase idênticos, de representarmos uma mesma espécie; nossa diferença cultural, nossa diferença de pensamento, nossa forma de encarar a vida; é de uma diversidade que talvez não tenha igual na natureza.
          E sinceramente não acho que isso seja ruim, a cultura particular de cada povo ajuda a compor o quadro belo que é nosso planeta, ser diferente é muito melhor e mais legal que ser igual, uma copia cinza uns de outros, essas diferenças ajudam a dar colorido, novidade, gosto e sabores a nossa espécie.
          Mas tem que existir alguma coisa errada, quando essas mesmas diferenças passam a machucar e prejudicar, quando por causa de uma tradição, pessoas sofrem mesmo achando errado e não querendo, quando uma tradição passa a ser um fardo e não um diferencial cultural?
          Vou abrir um parêntese aqui nas minhas divagações, para contar uma antiga e manjada historinha daquelas que são passadas há décadas, antes por carta, depois por e-mail e depois por animações, mas que acho deve se encaixar bem como exemplo do que pretendo dizer:
          Um rapaz, recém casado, adorava comer peixe, tinha um gosto especial por cabeça de peixe(sei que é estranho, mas tem gente que gosta mesmo!). Um dia, voltando do trabalho, comprou um grande peixe, chegando em casa, pediu para a sua esposa que preparasse o peixe para o dia seguinte.
          Quando chegou no outro dia, não via a hora de experimentar o tão esperado peixe, sentou-se a mesa do jantar já com água na boca, quando sua esposa tira a tampa da forma do peixe, ele abre a boca de decepção, estava feito ali o mais belo e saboroso peixe, mas sem cabeça e sem rabo.
          - Amor, desculpa perguntar, mas aonde estão a cabeça e o rabo do peixe? – Ele esperava que estivessem em algum lugar que não estivesse ao alcance dos olhos.
          - Oras, como assim? Eu tirei pra fazer o peixe, como deve ser feito, tirei e joguei fora.
          - Como assim digo eu! Eu adoro comer cabeça de peixe, como se prepara um peixe sem cabeça, justo a melhor parte!
          - Não senhor, peixe não pode ser assado com cabeça! Qualquer um sabe disso!
          - Qualquer um que não seja alguém que eu conheço, pois eu sempre comi cabeça de peixe, quem te ensinou a fazer peixe sem cabeça?
          - Pois saiba que em casa, sempre se preparou peixe assim!
          Não conformado com essa explicação nosso jovem já convencido de que não comeria cabeça de peixe naquele dia, resolve ligar para sua sogra e perguntar de onde veio aquela idéia de assar peixe sem cabeça. Com todo cuidado, como deve ter um recém casado com sua sogra, ele chega ao assunto do peixe decapitado, e escuta de uma conciliadora sogra:
          - Meu filho, essa duvida é porque você é muito novinho, ainda não entende, são coisas de culinária, coisas que se aprende com a vida, peixe assado não se pode fazer com cabeça e rabo, isso sempre foi assim, em casa sempre aprendemos assim, você vai entender com o tempo.
          Decidido a não esperar o tempo para entender, resolve fazer uma visita a avó de sua amada degoladora de peixes, deixou para o final de semana, pois a velinha morava no interior, numa fazenda bem velha, afastada da cidade.
          Chegando lá, já impaciente com a coisa toda, nem espera a Vovó abrir direito a porta, já vai logo dizendo pra que veio, e assim que a cumprimentou, desfilou toda a história do peixe sem cabeça e como a filha e a neta dela achavam um absurdo assar a cabeça que ele tanto gostava, queria muito saber porque peixe tinha que ser assado sem cabeça.
          Assim que ele termina de contar tudo, repara que a avó está sorrindo abertamente, ele novamente desanimado, já esperando ela desfilar o mesmo sermão de sua sogra, de como ele era inexperiente na arte da cozinha, que não poderia saber como se prepara corretamente um peixe, mas para sua surpresa:
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17.05.07

Realidade Quantica

          Como diz um amigo meu lá do News Errado, alguns não vão entender nada, outros vão achar que entenderam e muitos poucos vão entender o porque que vou escrever as abobrinhas abaixo. Mas é que de repente, hoje me deu vontade de divagar sobre as coisas, vai ver é o remédio novo que não ta dando conta do recado ainda...
           Mas enfim, andei esses dias pensando sobre o tempo, sobre o passado, o futuro, as escolhas que fazemos em nossas vidas e o rumo que tomamos. Pensado sobre o que é nossa vida, o que fazemos dela.
          Para muitas pessoas, o tempo é linear, tem inicio(passado) meio(presente) e fim(futuro) bem delimitados, um acontece na seqüência do outro, não tem volta. A realidade seria então como uma auto estrada de mão única, aonde nos dirigimos para o final, passando por vezes entre algumas encruzilhadas, encruzilhadas essas que seriam nossas tomadas de decisão, oportunidades de mudar o rumo da estrada(nossas vidas) e andar por caminhos melhores, ou piores...
          Aceitar ou não aquele emprego, mudar ou não de cidade, estudar na Escola X ou na Y, aceitar ou não a carona, puxar ou não o gatilho, beijar ou não aquela menina no portão da casa dela. Quando você tem que decidir sobre qualquer coisa, faz sua vida tomar um dos rumos, e como a estrada é de mão única, uma vez decidido que rumo tomar, não se volta, não dá para dar marcha a ré e ir por outro caminho, na verdade, os outros caminhos alternativos são destruídos assim que se opta por um deles.
          Então, quando a viajem termina e você olha pra trás, para o seu passado, você vê apenas um único caminho, o caminho que traçou para você seguindo suas decisões, formando uma linha desde o seu nascimento até agora. É essa a realidade que conhecemos, a linear, a que estamos confortáveis e que não há sombra de duvida quanto a sua validade.
          Bem, que graça teria o biscoito se ele não tivesse sabor? Sabe qual é o sabor da vida? Descobrir que sempre podemos estar enganados, ser surpreendidos por novas idéias, novas formas de entender a vida, o universo a nós mesmos. Então, que graça teria a vida se já soubéssemos tudo sobre ela? Será que pode existir alguma surpresa quanto a realidade que acreditamos valida?
          Alguns diriam que sim, diriam que a realidade é algo muito mais complexo que um simples caminho, na verdade, alguns definiriam a realidade como uma copa de arvore de tamanho infinito, aonde os galhos são nossos caminhos e eles se entrecruzam, sobem, descem e se espalham, as vezes interferindo uns com os outros.
          Mas para entender essa realidade tão confusa, é necessário falar antes de algo mais complexo ainda, física quântica. A física quântica é sem duvida a mais controversa área da física, o principal principio desta disciplina é a incerteza. O principio da incerteza diz que não é possível determinar exatamente o local que se encontra um elétron(partícula que constitui o átomo e que fica girando em volta de seu núcleo), na realidade, ele estaria em todos os lugares ao mesmo tempo, definindo seu local físico apenas quando é observado.
          Não quero tentar explicar o que falei(na verdade escrevi), porque como disse é bem complexo e até cientistas muito, muito mais inteligentes que eu se enroscam com ela, Einstein mesmo não conseguia conceber sua validade, no entanto, hoje estamos até construindo computadores quânticos, valendo-se desse comportamento incerto da matéria, podemos aceitar que o principio da incerteza é valido.
          E isso tem o que a ver com a nossa realidade e com o que fazemos de nossas vidas? Valendo-se da incerteza física do local exato aonde se encontra um elétron, aqueles alguns lá que acham que nossa realidade é a copa de uma arvore, extrapolam o principio da incerteza para matérias mais complexas, assim, não temos como saber exatamente aonde está o átomo, a molécula, a célula e até nós mesmos!
          Caraça! Não saber aonde estou, tá de brincadeira né? Eu sei que estou exatamente aqui, sentado na frente do PC digitando esse monte de coisa estranha... Bem, se os defensores da teoria da realidade quântica estiverem certos, não é bem assim. Lembram das encruzilhadas das nossas decisões? E lembram que quando decidíamos tomar um caminho os outros sumiam? A nossa confortável e confiável realidade linear.
          A realidade quântica trabalha de uma forma bem diferente, segundo ela, quando chegamos em uma encruzilhada, pelo principio da incerteza, estamos em todos os caminhos possíveis ao mesmo tempo, e todos eles existem e não deixam de existir. Isso significa dizer que teríamos várias realidades acontecendo simultaneamente e que estamos em todas elas ao mesmo tempo, mas, conseguimos experimentar apenas uma.
          Então, neste exato momento, eu posso não estar aqui, posso ter decidido fazer um safári fotográfico e não ter ficado digitando esse texto agora, posso estar em todos os lugares que eu poderia, que minhas decisões anteriores me levariam, posso estar em qualquer uma dessas realidades alternativas.
          Por que não temos consciência das outras realidades, considerando que elas realmente existam, isso ninguém sabe, pode ser uma limitação física, assim como não conseguimos interpretar toda a gama das freqüências luminosas e outros animais conseguem(peixes enxergam os raios infravermelhos, quando você usa controle remoto na sala, os peixes do aquário conseguem ver a luz emitida pelo controle), não somos capazes de observar mais de uma realidade ao mesmo tempo, dando a impressão falsa que só existe uma(assim como nossa visão tem a impressão falsa que não sai luz do controle remoto, mas os peixes sabem a verdade).
          Mas o que mais me intriga mesmo, se nossa realidade for realmente quântica, o que nos faz decidir qual das realidades observar e considerar única? Por que dentro de tantas possibilidades de realidades, eu escolhi justamente essa e não uma em que tenha ficado milionário e poderoso? Ou que não existisse violência e pobreza no mundo? Não creio que isso tenha resposta, não para nossas mentes limitadas que só conseguem enxergar uma realidade de cada vez.
          Só sei que se for verdade, aquela menina, na porta da casa dela, recebeu um belo e demorado beijo, mesmo eu nunca podendo me lembrar ou sentir ele. :-)
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  • Postado em 15:21:54

10.05.07

Porque todas as Mães merecem.

          Recebi uma tarefa muito difícil, fazer uma homenagem as mães. Sim, apesar de parecer algo fácil, afinal, todos nós temos uma mãe, percebi que o trabalho não era tão simples quanto eu imaginava.
          Antes de tudo, para poder homenagear alguém, é necessário conhecer quem se está homenageando, então, fui buscar o significado de MÃE. Primeiro consultei o dicionário: MÃE – Mulher ou outra fêmea, que tenha dado a luz a um ou mais filhos. 
          Não, não fiquei contente, seria só isso ser mãe?
          Tudo bem ser mãe é carregar no ventre durante nove meses um minúsculo ser, que vai mexer com seus hormônios, mudar seu corpo, mudar seu humor, transformar sua vida da noite para o dia. Passar enjôo, sono, cólicas, noites sem dormir, e aquela barriga cada vez maior e mais incomoda. E mesmo assim, no final do dia ela acaricia a barriga com carinho, sem nunca ter visto o rosto do filho, diz palavras de amor e sonha com ele em seu colo.
          E depois desses nove meses, quando o momento tão esperado chega, ela vai para um hospital, sente dores enormes. E que aqui não se engane os homens, dizem os especialistas que a dor do parto é uma das maiores dores que o ser humano pode suportar. E finalmente nasce seu filho, e ela chora, chora mas não de dor e sim de felicidade. Nesse momento nem lembra mais da dor que sentiu, ela não existe mais, quer apenas pegar seu filho no colo e aplacar o choro dele, com carinho, beijos e amor.
          Só que ser mãe não acaba ai, essa criança que acabou de nascer, precisa de carinho e proteção 24 horas por dia. Precisa de alguém sempre olhando, para poder cuidar, limpar e alimentar. Alimentar inclusive é uma das maiores tarefas que existem, amamentar, seja no leite materno ou na mamadeira, aquele pequeno ser em muitos casos a cada 3 horas, independente de ser dia ou noite. A mãe não vai dormir direito durante uns 3 meses, vai ficar a disposição do filho quando ele chamar, vai ficar cansada, com sono e mesmo assim, cada vez que olhar para o filho no colo, vai acariciar e se emocionar em ter ele nos braços.
          Ai a criança cresce, já não é mais tão dependente assim da mãe, já sabe andar, sabe se alimentar sozinha, mas isso não significa que o trabalho de mãe acabou. A mãe agora se preocupa dia em noite em passar bons ensinamentos e educação ao filho, tem que dividir seu próprio trabalho, o trabalho na casa e a educação do filho. Muitas vezes testando a paciência e levando ao stress, e mesmo assim, ela já cansada, coloca o filho a noite na cama com todo carinho e se emociona ou ver a criança dormindo sossegada e todo nervoso e stress foi embora.
          E a criança continua crescendo cada vez mais independente, agora gosta de ir para as “baladas”, festas, arruma amigos e amores fora da família, cada vez mais buscando sua própria vida e sua própria identidade. E ainda assim, a mãe não parou de pensar em seu filho, cada noite que passa fora de casa, ou mesmo cada segundo de atraso no tempo combinado, é o suficiente para ela se preocupar, imaginar mil perigos, não consegue sossegar enquanto não vê seu filho são e salvo debaixo de seu teto. E depois de “explodir” toda a preocupação, leva o filho para o quarto e chora, chora de alegria de saber que ele está bem e que não foi embora ainda.
          E quando finalmente seu filho vai viver a sua própria vida, ter sua própria casa, constituir sua própria família, enfim, se tornar independente. A mãe chora de novo, é feliz é claro por poder ver seu filho também feliz, mas sempre vai ficar aquela pontinha de vontade de ter ele de novo nos braços. Vai sempre que puder ligar, para conversar, matar a saudade, e relembrar. E nesse momento, a mãe vai sempre lembrar do filho querido, vai esquecer de toda a dor, nervoso, preocupação e tudo que passou, vai lembrar apenas do quanto ama seu filho e como gostaria de estar ao lado dele. E vai ter certeza de que faria tudo de novo, passaria por tudo outra vez, só para poder amar o filho novamente.
          Depois de considerar tudo isso, entendi que ser mãe é muito mais do que dar a luz, ser mãe é se entregar ao amor de um filho incondicionalmente, e se doar e buscar estar sempre presente em todos os momentos do filho, cuidar dele mesmo que ele não perceba o quanto é amado e mesmo que nem mesmo retribua. Ser mãe é ser uma super-heroina, ser mãe é acima de tudo AMAR!
          E como eu posso homenagear um pessoa assim? Teriam palavras suficientes que pudessem expressar tudo que uma mãe merece escutar? O que posso dizer, alem de “Muito obrigado” a todas as mães, que deram ou não a luz, mas todas as mães, de verdade, muito obrigado por nos oferecer o mais verdadeiro amor.
          Apesar de raramente dizermos isso, podem ter certeza que todos nós também as amamos, não só hoje como todos os dias de nossas vidas.

  • criado por  PRA criado por PRA
  • Postado em 13:51:35